quarta-feira, 9 de maio de 2012

HIP-HOP TRANSAMÉRICA - PLAYLIST - 21/04

Gym Class Heroes - Stereo Heart Cartel MCs & Ramonzin - Quando a noite cair Demarco - Show it Wiz Khalifa - Roll up Cone Crew - Chama os mulekes J. Cole - Work out Mary J Blije feat Fabolous - Family Affair Chiddy Bang - Mind your manners Profetta - Recomeçar Coolio - Gangstas Paradise Ludacris - Act Fool Sabotage - Mun-Rá Eminem - Loose yourself D2- Desabafo Dr. Dre - Keep their heads ringing Mobb Deep - Shock ones part II Eric B & Rakin - Paid in full Ini Kamoze - Here come the hotsteper

quarta-feira, 18 de abril de 2012

HIP-HOP TRANSAMÉRICA - PLAYLIST - 14/04/12

Trey Songz feat Busta Rhymes & Nicki Minaj - Bottons up
Max Romeo - Chase the devil
Jeremih feat 50 Cent - Down on me
Black Alien - Mr Niterói
Dr Dre - Xplosive
André Ramiro & Fred Muller - Mina Maluca
J Cole - Work out
Snoop Dogg - Sittin by the water
Emicida - Num é só viver

Emicida - Viva!
Sean paul - Got u love u
Wiz Khalifa - Young, wild & free
Notorious BIG - Hypnotyze
Pentágono - Moio.

PS: O 2º módulo esta semana foi menor, devido à entrevista com Emicida no programa, que ocupou parte do 2º bloco.

domingo, 8 de abril de 2012

HIP-HOP TRANSAMÉRICA - PLAYLIST - 07/04/12

Cone Crew - Rainha da Pista
J. Cole - Work out
Drake - Juicy
2 Pac - All eyez on me
Beleza - Ela é linda
Wiz Khalifa - Young, wild & free
Chiddy Bang - Mind your manners
Lauryn Hill - Everything is everything
Fabolous - You be killin em

T-Pain - 5 O'Clock
The D.E.Y. - I need you
Criolo - Subirusdoistiozin
Coolio - Gangstas Paradise
The Beatnuts & DJ Babu - Duck Season
Demarco - Show it
Marechal - Sangue bom

quarta-feira, 4 de abril de 2012

HIP-HOP TRANSAMÉRICA VOLTA NESTE SÁBADO - DIA 7/4 ÀS 21H EM 101,3 FM



Dia 07 de abril das 21 às 22h, o DJ Saddam retorna ao dial 101,3 da Transamérica FM com o programa HIP-HOP TRANSAMÉRICA, que irá ao ar todos os sábados. O Programa, que esteve na grade da emissora por 3 anos, no início da década passada, foi o primeiro a tocar em uma rádio pop, o na época demonizado e hoje valorizado Rap nacional, fugindo também ao main stream no repertório internacional. Foi o primeiro programa de rádio dedicado ao gênero a trazer os MCs campeões de batalhas, para fazerem rimas de improviso ao vivo.

Pelo programa passaram vários DJs convidados da cena nacional e também convidados internacionais, como o DJ Pogo (inglês bi-campeão do DMC) e o DJ Pro (que na época trabalhava com o grupo novaiorquino de Rap, The Beatnuts). No programa, foi executada em rádio pela 1ª vez uma faixa do tão esperado álbum “À procura da batida perfeita” de Marcelo D2, com a presença do próprio. MV Bill, Sandrão do RZO, os falecidos Sabotage e Dina Dee, do grupo Visão de Rua e MC Marechal, foram alguns dos entrevistados, onde também estão o cantor de R’n’B americano, Reel, entrevistado pelo telefone, o grupo Dead Prez e os rappers Flavor Flav, do Public Enemy, Timbo King, do Wu-tang Klan e P.Bomb do 7th Octave, que fizeram um histórico freestyle ao vivo no estúdio da emissora.

Além disso, o programa sempre foi marcado por informações a respeito das músicas e artistas tocados e também sobre o que acontece na cena hip-hop do Rio de Janeiro. O DJ Saddam pretende manter a mesma linha de programação, que tornou o programa na época, uma referência em todo o Brasil, sendo alvo de matérias nos principais veículos especializados em Rap.

E como era feito anteriormente, será sempre publicado aqui o set list do programa

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

ESTAMOS CONCORRENDO NO CONCURSO DE MARCHINHAS DA FUNDIÇÃO

Após 3 anos perdendo o prazo de inscrição, finalmente conseguimos inscrever nossa Marchinha "Boi Juvenal" no Concurso nacional de marchinhas carnavalescas da Fundição Progresso. Numa parceria com o amigo de longa data Nelsinho Milesi, a música traz uma letra engraçada, que fala da história de Juvenal o 21 (boi no jogo do bicho), um corno manso inveterado. Com um refrão alegre e pegajoso, tem tudo de virar um hit carnavalesco.

Quem quiser ouvir, eis o link:

http://soundcloud.com/dj-saddam-1/boi-juvenal

terça-feira, 18 de outubro de 2011

PCdoB REPUDIA CALÚNIA DA REVISTA VEJA CONTRA O MINISTRO ORLANDO SILVA





O presidente do PCdoB, Renato Rabelo, destaca que a resposta de Orlando Silva à Veja “foi segura e esclarecedora”. Leia abaixo mais detalhes da entrevista concedida por Renato Rabelo à TV Brasil e Rede Brasil, em São Paulo.



DIFAMAÇÃO. “O ministro Orlando Silva tanto através de uma nota à imprensa divulgada pelo Ministério quanto por uma entrevista coletiva concedida no México, no dia de hoje (sábado, dia 15), apresentou uma defesa nítida e firme. Seguro e convicto de que tudo não passa de calúnia e armação, ele mesmo apresentou um pedido ao ministro da Justiça para que a polícia federal investigue as denúncias apresentadas por esse caluniador, João Dias. E, mais, já no início da próxima semana, também por sua iniciativa, Orlando irá à Câmara dos Deputados para desmascarar cabalmente essa acusação leviana. O ministro nos pronunciamentos já referidos apresenta um fato, por si só, esclarecedor. Esse indivíduo, o João Dias, firmou em 2005 e 2006 dois contratos com o Ministério do Esporte referentes ao Programa Segundo Tempo. Recebeu o dinheiro previsto no contrato e não realizou as obrigações devidas. Resultado, o ministro Orlando encaminhou um expediente ao Tribunal de Contas da União (TCU) que exige que João Dias devolva aos cofres públicos mais de 3 milhões de reais, atualizados pelos valores de hoje. Tudo indica, portanto, que esse cidadão age por vingança, por represália contra a medida moralizadora do Ministério do Esporte.”



ACUSAÇÃO SEM PROVA
. “A reportagem lança uma acusação caluniosa ao PCdoB de desvio de dinheiro público para caixa dois de campanha. E qual prova apresenta? Nenhuma. Não há na reportagem absolutamente nada para sustentar tão grave acusação. A revista se apoia tão somente nas palavras de João Dias que, em suas declarações, não apresenta nenhuma prova concreta. E mais. Ele é um indivíduo sem idoneidade. Ano passado foi preso, acusado por corrupção, é um soldado investigado pela própria polícia militar. Além disso, é réu em processo do Ministério Público Federal. Um esclarecimento: a reportagem repete, por várias vezes, que João Dias “é militante do PCdoB”. Não procede. Na verdade teve um vínculo efêmero com a nossa seção do Distrito Federal. Soldado da Polícia Militar, se filiou para se candidatar em 2006 e, imediatamente, depois da eleição, conforme a legislação estipula, foi desligado de nosso Partido. Eu pergunto: é correto – com base apenas nas palavras de uma pessoa com uma trajetória como essa, com folha corrida na polícia – uma revista lançar um ataque contra a honorabilidade de um Partido como o PCdoB, com 90 anos de atuação no país? Claro que não, é uma ignomínia que não tem nada de jornalismo. Pelo contrário, é algo que afronta o direito do povo de ter uma comunicação de qualidade, com um jornalismo baseado na verdade.



CAMPANHA ORQUESTRADA CONTRA O PCdoB
. “Desde o início do ano o PCdoB tem sido alvo de sucessivos ataques deste tipo, visando a manchar sua reputação. Usam sempre uma mesma fórmula: assacam contra lideranças do Partido que exercem responsabilidades no governo federal para, de tabela, atingir o Partido, como instituição. Em todos os casos – como este agora da matéria de Veja –, na ausência de fatos, na inexistência de provas, recorrem a um enredo falso e a testemunhas desqualificadas, sem idoneidade. “Fico pensando que a motivação mais de fundo disso vem do campo político conservador, reacionário, que não se conforma com o fato de um partido de esquerda, como o PCdoB, a um só tempo histórico e renovado, ser uma legenda que cresce e se fortalece na sociedade brasileira. Ao que parece é uma tentativa desesperada de querer jogar o PCdoB na vala comum. Mas, não vão conseguir.”

TODO APOIO AO CAMARADA ORLANDO SILVA!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

POR QUE NÃO VOU À MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS CONTRA A CORRUPÇÃO?


Que o Brasil, a exempo de muitos outros países mundo à fora é um país corrupto, isso ninguém tem dúvida. Tudo começou quando do descobrimento, há mais de 500 anos, quando Pedro Álvares Cabral e sua equipe passaram a subornar os nativos com espelhos, pentes e outras bugingangas, o chamado escambo. De lá prá cá a roubalheira só cresceu e infelizmente se tornou uma coisa cultural. O famoso "jeitinho brasileiro" de querer se dar bem em tudo já dá uma idéia desta cultura.

Uma vez ouvi uma frase que realmente tive que concordar com seu sentido: "a corrupção é um grande negócio imundo, da qual você não faz parte". E se formos ver quanta gente que levantava a bandeira da ética e, quando teve oportunidade de levar o seu, esqueceu tudo o que disse, ficamos de queixo caído. Mas esta espécie causada não é suficiente para que não ajudemos a participar e alimentar esta rede de corrupção, mesmo achando que determinados atos são "normais". O sujeito quando é abordado por um policial com o documento do carro vencido e aceita ser achacado pelo agente está alimentando a corrupção. Aí vem a justificativa: "Poxa, ele ia rebocar o meu carro!". Da mesma forma que o serventuário da justiça que aceita propina de advogado pra adiantar ou atrasar processos pode afirmar: "esse extra é pra faculdade da minha filha" e o causídico que paga justifica que "se não for assim o processo não anda e eu demoro a receber meus honorários". Tudo, hipoteticamente tem suas razões. Neste momento ninguém acha que está sendo corrupto.

Entrando na página da tal Marcha contra a corrupção, que está sendo convocada para esta terça-feira, o que pude perceber através de seus tópicos é que o movimento é apartidário, mas é contra a participação de militantes de partidos políticos, inclusive é contra os próprios partidos, o congresso, a justiça, o governo, ou seja, contra as instituições republicanas que julgam estar dominadas pela corrupção. Ao mesmo tempo não apontam saídas. Clamam por faxina como se algum governante, com uma canetada ou uma varinha de condão tivesse a capacidade de decretar o fim da corupção no país.

Outra coisa que pude perceber, na página da tal marcha, é que este movimento travestido de apartidário e contra a corrupção, na verdade esconde um movimento para a tentativa de desestabilização e derrubada do governo democraticamente eleito, como se este governo e os dois que o antecederam, tivessem inaugurado o ciclo de corrupção deste país. A grande mídia vende esta idéia, políticos como ACM Neto, cuja família tem uma das histórias mais tristes da política deste país, agora posam de paladinos da moralidade pública. Vejam que o próprio FHC não tem vindo à público bater nesta tecla, pois sabe do perigo que existe nestes movimentos obscuros e também sabe que seus governos também tiveram "n" escândalos de corrupção. E os governos que virão também terão, enquanto uma ampla reforma política e constitucional não for feita, para que presidentes, democraticamente eleitos com seus planos de governo, não fiquem reféns de congressos fisiológicos.

Mas o que mais me chama atenção são algumas pessoas, que a esta altura do campeonato, inclusive, defendem o regime militar, dizendo "naquela época não tinha disso". Ou estas pessoas não conhecem a história do Brasil, ou estão mal intencionadas. Quando se fala em baixa política, o primeiro nome que vem a cabeça sempre é do Senador José Sarney. E não foi a ditadura militar que o alçou ao status de imperador do Maranhão? Maluf não foi eleito ao governo de SP pelo PDS, partido que dava suporte aos militares?

O dedo em riste, o falso moralismo e este ataque às instituições fazem lembrar da Marcha da Família com Deus, que deu suporte ao golpe militar de 1964. Ali ninguém nunca deu propina, todos pagam de forma religiosa o imposto de renda e, se um dia tiverem oportunidade de entrar em um esquema para faturar uma grana preta, não só se negará, mas denunciará tudo ao Ministério Público. Por falar no MP, vale ressaltar que o Parquet, ao lado da PF, do TCU, da CGU e de outros órgãos de controle, vem fiscalizando e investigando a corrupção neste país. Isto acontece porque, apesar de todos os problemas, vivemos em um estado democrático de direito, o que não acontecia na época da ditadura militar, portanto, não havia esta liberdade de investigação.

Bem, para não ficar muito longo este texto, digo que o processo contra a corrupção ele é longo, gradativo e paulatino e deve ser feito no dia-a-dia, não só pelo Estado em todas as suas esferas, mas também pelo cidadão, que a partir do momento em que se nega a participar de sua cadeia alimentar, contribui para que ela não se expanda. É um trabalho muito difícil, pois vai desde o policial corrupto, passando pelo chefe de repartição, juízes, vereadores, advogados, médicos, prefeitos, ou seja, uma rede interminável, de uma capilaridade extrema, que passa pela sociedade e todos os níveis de governo. Sempre vai ter que haver um início e isso passa pela luta por uma reforma política ampla e também por uma reforma constitucional que tire o caráter parlamentarista de nossa constituição, a adequando ao regime presidencialista que foi aprovado pelo povo no plebiscito. A reforma do Código de Processo Penal também é importante. Mas a principal reforma é a cultural, para que as pessoas deixem de achar normal determinadas condutas e a corrupção deixe de ser endêmica em nosso país.

Esta marcha terá o mesmo efeito que vária "marchas pela paz" já realizadas, como se o corrupto fosse parar de fazer suas maractuaias e o bandido parar de deliquir, sensibilizado pela mobilização popular. A falta de objetivos, o maniqueísmo latente e principalmente a falta de uma cara verdadeira me faz não me permitir ser usado para fins não muito claros e me faz alertar aos terceiros de boa fé para que não deixem ser coptados e usados de fantoches para dar suporte a finaliades que podem ser pouco republicanas.

Na história, sempre que esta bandeira foi levantada, tivemos episódios tristes. Foi assim com Jânio, cujo símbolo era exatamente uma vassoura, que prometia "varrer a sujeira deste país" e vimos o que aconteceu na sequência. Foi assim com Collor, que se apresentou ao Brasil como o "caçador de marajás", para na sequência confiscar a poupança do povo e instalar uma grande rede de malfeitos em Brasília. Bem, a história nos dá os exemplos. Cabe a cada um deicidir pela sua cabeça. Por isso que, como uma pessoa que acha que lugar de corrupto é na cadeia e militar é no quartel, declino do convite para participar deste movimento obscuro, pois sei que a democracia é a única coisa que garante este longo caminho para estirpar o câncer da corrupção do seio de nossa sociedade e governos.